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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

Rede Social de Justiça e Direitos Humanos: Quilombolas.

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http://www.social.org.br/index.php
Além de relatórios, artigos e outras publicações, a Rede Social de Justiça e Direitos Humanos é resultado 
da experiência de trabalho com dezenas de organizações 
não-governamentais e movimentos sociais. Tem como objetivo responder a uma demanda 
de ação e articulação de denúncias de violações de direitos humanos ocorridas no Brasil e inclui:
· formulação de petições e submissão de casos a organismos nacionais e internacionais visando a proteção dos direitos humanos;
· participação em delegações emergenciais em áreas e situações de conflito;
· observação de julgamentos;
· campanhas contra a impunidade;
· atividades de capacitação sobre mecanismos jurídicos e de comunicação de defesa dos direitos humanos;
· publicações e intervenções na mídia (incluindo relatórios, artigos e entrevistas nos meios de comunicação);
· produção de documentários em vídeo;
· participação em articulações como o Fórum Social Mundial (Comitê Organizador), Rede Nacional de…

O poder da cultura e a cultura no poder: A disputa simbólica da herança cultural negra no Brasil

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O poder da cultura e a cultura no poder | A disputa simbólica da herança cultural negra no Brasil Livro de Jocélio Teles dos Santos Salvador: EDUFBA, 2005. Destacando importante reflexão na introdução do que trata também a obra: "Pensar o mito [democracia racial no Brasil], portanto, significa desconstruir e mostrar a sua eficiência como forma de entender a ambiguidade e os paradoxos presentes na sociedade brasileira; se, por um lado, revela um apartheid social, com a exclusão social da população negra e indígena, do outro, demonstra que é inclusivo via a convivialidade racial, ou, se preferirem, a cultura afro-brasileira ao longo da nossa formação social" (SANTOS, 2005, p. 19-20).

Revista The Unesco Courier: 1984. The Gypsies p. 32: Gypsies in Brazil Artigo de Atico Vilas-Boas da Mata.

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TRevista  The Unesco Courier, Oct. 1984.
http://unesdoc.unesco.org/images/0006/000613/061392eo.pdf#61392

The Gypsiesp. 32: Gypsies in BrazilArtigo de Atico Vilas-Boas da MataNo artigo de 1984, o Professor relata que o IBGE à época contabilizou cerca de 60 mil ciganos vivendo no Brasil.Outro dado importante é que o autor reporta que as etnias ciganas imigrantes, por degredo (início da colonização) ou por  motivação de fuga de guerra e perseguição (Século XX) foram:Calon (PT - calones/ES -Calón); Kalderash; Macwaia; Rudari (Leste europeu, Romênia),  Horahané (Grécia e Turquia) e Lovara (vindos da Italia). Dados estes que conflitam com a literatura até o momento estudada em alguns pontos: a começar pelo IBGE que segundo último censo aponta 800 mil ciganos no Brasil. Nenhuma literatura antes dessa reporta com detalhes as etnias ciganas no Brasil, não mencionando a etnia Sinti (originária da Índia), pós-guerras mundiais.Os primeiros ciganos no Brasil (Calón) destacaram-se como Bandeirantes…

Instituto Socioambiental (ISA) lançou o livro “Mirim – Povos Indígenas do Brasil”, inspirado no site de mesmo nome mantido pela instituição

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O Instituto Socioambiental lançou, neste final de semana, o livro “Mirim – Povos Indígenas do Brasil”, inspirado no site de mesmo nome mantido pela instituição. http://www.socioambiental.org/pt-br
Voltado para crianças e adolescentes, o material de referência é dividido em quatro capítulos: “Quem são”, “Onde estão”, “Como Vivem” e “Antes de Cabral”, ornados com ilustrações, mapas, infográficos, fotos e textos produzidos por diversas etnias indígenas que vivem no país. É um roteiro, detalhado e acessível, que traz informações contemporâneas e atualizadas que oferecem uma leitura abrangente, para todas as idades.
Fonte:http://portal.aprendiz.uol.com.br/2016/02/04/isa-lanca-livro-para-criancas-sobre-povos-indigenas-brasil/

Blog: Ciganos Calon: Fonte: Marlete Queiroz Presidente da ANEC.

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http://ciganoscalon.blogspot.com.br/
"O Blog busca ter a função de demonstrar, através de notícias, a realidade do Cigano dentro das esferas governamentais e sociais. Buscará definir as ações realizadas pela Associação Nacional das Etnias Ciganas (ANEC) em prol da cidadania cigana, buscas por melhorias sociais, respeito e conscientização cultural, desmistificação do imaginário coletivo que se encontra inserido dentro das esferas governamentais e sociais". Fonte: Marlete Queiroz Presidente da ANEC

PACTO FEDERATIVO PELA CULTURA - texto completo.

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Fonte: INFORME III CNC - NOV/2013
O Programa Cultura Viva democratiza o acesso à política cultural pelo conjunto da sociedade brasileira. Ao destinar recursos e energia para reconhecer e fomentar grupos, coletivos, comunidades e povos tradicionais – indígenas, afro-brasileiros, ciganos, dentre outros, - lideranças, mestres e mestras, artistas, jovens e gestores em uma grande rede colaborativa de Pontos e Pontões de Cultura, o Programa alavanca um Brasil de oportunidades, multiétnico, intercultural, com memórias e identidades, criativo e principalmente participativo.

Terceira edição do Prêmio Culturas Ciganas - Minc e SEPPIR

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Em 2014, foi lançada a terceira edição do Prêmio Culturas Ciganas, cujo objetivo é reconhecer e estimular iniciativas de preservação e proteção das Culturas Ciganas no Brasil. A ação é fruto de parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR), por meio da Secretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais.
A partir da ação da SCDC, da Consultoria Jurídica do MinC e da Defensoria Pública da União, é divulgada a nova lista de seleção do Prêmio Culturas Ciganas que irá premiar 83 pessoas, grupos, comunidades ciganas sem constituição jurídica e instituições privadas sem fins lucrativos integradas por indivíduos pertencentes a qualquer etnia cigana e reconhecidas por sua contribuição social e cultural à cultura cigana.
http://culturaviva.gov.br/2016/02/10/confira-novo-resultado-do-3o-premio-culturas-ciganas/


Dos 76 p…

Construções identitárias ciganas e codificações políticas na esfera pública

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Construções identitárias ciganas e codificações políticas na esfera pública

Autora: Mirian Alves de Souza.

Manual Prático de Direitos Humanos Internacionais. Brasília, DF, 2009.

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Manual Prático de Direitos Humanos Internacionais http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/textos/a_pdf/manual_pratico_dh_internacionais.pdf


 Manual Prático de Direitos Humanos Internacionais dirige-se a todos os interessados em saber como a defesa dos direitos humanos funciona no plano internacional. O público-alvo desta obra são, em particular, todos aqueles que podem ser considerados, de uma maneira ou outra, ‘defensores’ dos direitos humanos: advogados,defensores públicos, juízes e procuradores, bem como representantes de organizações não governamentais, professores e seus alunos.

Perfil dos Municípios Brasileiros 2011 - Pesquisa IBGE sobre informações básicas municipais: Direitos humanos

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Perfil dos Municípios Brasileiros 2011 - Pesquisa IBGE sobre informações básicas municipais.