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Esquecidos ciganos de Jerusalém

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Esquecidos ciganos de Jerusalém: comunidade centenária que vive na Terra Santa sofre com isolamento, pobreza e analfabetismo. 
Esquecidos ciganos de Jerusalém
TEL AVIV - Eles se denominam dom, que significa “homem” em sua língua tradicional, ou domari. Entre os árabes, porém, são chamados pejorativamente de nawar: os sujos. Estigmatizados e isolados, os ciganos de Jerusalém enfrentam o analfabetismo e a pobreza na cidade sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos. A comunidade centenária, que hoje conta apenas com 1,7 mil pessoas, começa a se abrir para o mundo na tentativa de salvar sua cultura e ser reconhecida como uma etnia à parte em meio ao interminável conflito entre israelenses e palestinos.



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Yanomami lançam livros que fortalecem suas línguas

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Yanomami lançam livros que fortalecem suas línguas
Instituto sócio-ambiental

sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
Ana Maria Machado

Professores e pesquisadores yanomami acabam de lançar seis novos livros, ampliando a circulação de seus conhecimentos tradicionais nas aldeias e fortalecendo a circulação da escrita nas línguas yanomae, yanomama e sanöma Os Yanomami receberam em suas aldeias novos materiais de leitura nas línguas maternas. Os seis livros que acabam de ser lançados são fruto de anos de produção e pesquisa dos pesquisadores e professores indígenas das regiões de Papiu, Missão Catrimani, Awaris e Demini, em parceria com assessores e pesquisadores não indígenas. Os livros foram produzidos no âmbito da ação Saberes Indígenas nas Escolas Yanomami, resultado da parceria entre a Faculdade de Educação da UFMG; Instituto Socioambiental, Diocese de Roraima, Projeto de Documentação do Yanomama do Papiu e Hutukara Associação Yanomami, publicados pela editora Fino Traço. O professor e pesq…

A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS NEGROS NO BRASIL

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A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS NEGROS NO BRASIL

Marcus Vinícius Fonseca
Surya Aaronovich Pombo de Barros
(Organizadores)

"Finalmente, as questões relativas à população negra foram incorporadas à educação brasileira. Isso se deu a partir de um longo processo de reivindicação construído pelos movimentos sociais criados pela população negra durante todo o século XX. A partir dos anos de 1980, estas reivindicações começaram a encontrar ressonância em diferentes segmentos da sociedade, possibilitando a construção de dispositivos pedagógicos e legais que estabeleceram diretrizes para o tratamento das questões étnico-raciais na educação. Portanto, podemos atribuir tal transformação à persistência e capacidade do movimento negro de vencer as resistências apresentadas por setores que desconsideravam o racismo como elemento estruturante da sociedade brasileira".
Disponível em: <https://drive.google.com/file/d/0B_W2MHgG528OZElBUlNad19wRXc/view>.



CONVENÇÃO PARA SALVAGUARDA DO PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL - Unesco

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Conferência Mundial da Unesco de 2003 estabelece os princípios e organização internacional, dos qual o Brasil faz parte, para a Declaração Internacional do Patrimônio Cultural Imaterial.
http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/Convencao_Salvaguarda_Patrimonio_Imaterial.pdf

IFLA Report: Development and Access to Information 2017

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Development and Access to Information 2017

Access to Information and the Sustainable Development Goals

Bibliotecas no contexto do desenvolvimento sustentável na Agenda ONU 2030.

https://da2i.ifla.org/node/33


Ministério Público de Pernambuco: Mapa das comunidades tradicionais e comunidades.

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